O Ministério Público de São Paulo apresentou denúncia contra mais quatro pessoas suspeitas de participação no assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes. Com a nova acusação, aumenta o número de investigados no caso, reforçando a linha de apuração de que o crime foi articulado por um grupo organizado.
De acordo com as investigações, os denunciados teriam atuado tanto na fase de planejamento quanto na execução do homicídio, ocorrido em 2025, no litoral de São Paulo. A inclusão de novos nomes no processo indica o avanço das apurações e a identificação de uma possível estrutura criminosa envolvida no caso.
O Ministério Público sustenta que o assassinato foi premeditado e contou com apoio logístico, uso de veículos e armamento de alto calibre. A vítima foi surpreendida em uma emboscada e morta com diversos disparos, em uma ação considerada violenta e cuidadosamente planejada.
As autoridades também investigam a hipótese de que o crime esteja relacionado à atuação profissional do ex-delegado no combate a organizações criminosas, com destaque para o Primeiro Comando da Capital.
O processo segue em tramitação na Justiça, enquanto as investigações continuam com o objetivo de identificar todos os envolvidos, incluindo possíveis mandantes e integrantes da rede criminosa por trás do assassinato.
